quinta-feira, 24 de julho de 2014

Ideia de Leitura: Nos labirintos da Moral

Olá Pessoal!

A Ideia de Leitura traz a sugestão  de "Nos Labirintos da Moral" escrito por Mário Sérgio Cortella e Yves de LaTaille, da editora Papirus.

Este livro é redigido em forma de diálogo em que o tema central é a Moral e a Ética. Essa conversa é mediada por esses dois especialistas no assunto.

Com uma linguagem bastante envolvente os autores nos fascinam nas discussões sobre valores morais, tão necessária nos dias de hoje, através dos seguintes temas:

  • "Questões morais e éticas ou problemas de conduta?"
  • "O outro: um de nós ou um estranho?"
  • Do erro à ética
  • "Adultos em férias"

Entre outros...

São 112 páginas de muito conhecimento e inquietações!!!
O valor do livro é em torno de R$32,00.

Vale a pena conferir...

Um abraço

Pati Ottoni


terça-feira, 8 de julho de 2014

Produção da Escrita e Consciência fonológica: o velho atual debate da alfabetização

Olá Pessoal!

"E foi mais ou menos assim:
Outro dia, um de meus alunos do 1ºD, observando algumas atividades, concluiu:
"Professora, não deve ser legal aprender uma letra de cada vez."
Eu, querendo saber mais sobre o que ele estava pensando, perguntei:
"Porque você acha isso?"
Ao que ele respondeu:
"Quando a gente aprende letra por letra, demoramos muito para poder começar a escrever palavras e histórias!"
Da série "Casos do 1º D" =)

Há entre os professores alfabetizadores um grande dilema:

  •  Qual é o melhor método para se ensinar a ler e a escrever?
  •  Devo trabalhar, primeiramente, os sons das letras?
  •  Devo trabalhar as famílias silábicas (por exemplo: BA-BE-BI-BO-BU)?? 

Essas questões também me inquietam e me fazem continuar na busca por conhecimentos (o que é maravilhoso! -diga-se de passagem)...

Como professora, acredito que mais importante do que apenas encontrar as respostas dessas perguntas é estudar as pesquisas na área de letramento e alfabetização e entender como esse processo ocorre. 

A questão não é: "Qual o melhor método?" mas, antes, "O que é significativo e desafiador neste contexto de aprendizagem?"

Precisamos perder a mania de querer encontrar "receitas (atividades) prontas que se aplicam com sucesso em qualquer contexto". Temos, todos os anos, turmas diferentes que são compostas por seres humanos únicos!!! Precisamos criar e reinventar  práticas, fundamentadas em um estudo de como se aprende, como se constrói conhecimento, precisamos ser autores de nossa atuação docente.

Acredito ainda que nascemos em um mundo letrado e, por isso, nenhuma atividade deve ser meramente escolar, didática, fragmentada, descontextualizada, mas sim, estar inserida no contexto da vida, em sua função social.

Com todas essas inquietações e IDEIAS fui buscar alguns suportes teóricos para minha prática e encontrei este vídeo com a Emília Ferreiro discutindo algumas dessas questões. Transcrevi abaixo (até como uma forma de estudar) alguns trechos de sua fala.Vale a pena conferir!!!

"Os fonemas servem apenas para escrever alfabeticamente, não servem para nenhuma outra coisa. E, requerem uma atitude analítica muito própria porque muitos fonemas não podem ser ditos isoladamente. As vogais podem ser pronunciadas separadamente, mas as consoantes são outro problema. E mesmo quando pensamos que estamos pronunciando essas consoantes isoladamente, o que fazemos é pronunciar algumas vogais ou semivogais ou algum som vocálico que acompanha, que não percebemos como vogal,  porque não são parte do nosso repertório de vogais.(Porque nossas vogais não são todas as vogais que existem no universo). A grande discussão é se essa segmentação em fonemas, supondo que há realmente a possibilidade de isolar todos os sons das consoantes, se isso tem que anteceder a introdução à língua escrita, se isso tem que ser um retorno, um pré-requisito(...) Então, eu digo: "Atenção! A discussão sobre se deve haver a possibilidade de recortar os sons da fala, "antes de", é sinal de perigo!" Porque isso nos faz regressar às velhas discussões sobre prontidão. A escrita é uma atividade extremamente analítica. Escrever é colocar uma letra, depois outra e outra e outra... E quando começa o problema de entender a relação entre a sequência de letras e a sequência dos sons da fala, começa um trabalho de recorte da fala porque ajuda a escrever. Então, não me parece estranho que haja uma relação entre o progresso da escrita da criança e o progresso de sua capacidade de compreender segmentos pequenos da fala porque, precisamente, o ato da escrita é um ato analítico. Então, se o recorte em fonemas serve apenas para escrever alfabeticamente, não entendo porque há que dissociá-lo das atividades de escrita"
Emília Ferreiro, na série "Grandes Diálogos" produzida pela Revista Nova Escola.




Um grande abraço,
Pati Ottoni

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Forme-se: Mais uma ideia concretizada!

Olá Pessoal!

Puxa, quanto tempo, não?

Hoje, venho trazer uma ideia de formação muito interessante! Trata-se de um curso de extensão, gratuito, que acontecerá em Mogi Guaçu.

O mais bacana é que o IDEIAS PEDAGÓGICAS, a FAPCOM (Faculdade Paulus de Comunicação) e a FEAG (Federação das Entidades Assistenciais Guaçuanas) uniram forças para concretizar essa bela IDEIA.

O foco do curso é contribuir para que os participantes possam buscar uma prática de atendimento à criança e ao adolescente reflexiva e focada na formação de sujeitos éticos.

Nossa proposta é estudar desde a intencionalidade, planejamento, aspectos do desenvolvimento moral e algumas práticas de educação para valores.

E, sim, é isso mesmo: essa oportunidade é totalmente gratuita!!! =)

Quem participar receberá certificado de curso de extensão, com carga horária de 80 horas. Os encontros serão realizados às terças-feiras das 18h30 às 22h30.

O curso iniciará em 22 julho e teremos atividades até outubro.

Quer se inscrever? Clique AQUII!

FAÇA PARTE DESSA IDEIA!!!

Forte Abraço

Pati Ottoni